segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

“Algo, que eu posso imaginar, dentro do meu ser-social”



Da surpresa inesperada, desesperada por surpreender , apavorar.
Dos  dias de café, poucos, mas diários
Da espera, com intenção reconfortante
Da mentira, fruto da mentira
Do entendimento, até o entendimento
Do respeito, mas todo pelo respeito realmente
Da figura de estilo

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"Maneiras de dizer..."

Existem muitas maneiras de dizer oque se quer falar
Aliterativamente 
Acredito na mentira que você vai contar

Um pedaço de pão
Para engordar o amor
Num Belo Horizonte ,
ou onde for 

As rainhas e os reis
Mentiras da televisão
Muito do pouco que sei
Rainha e rei

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

"Mocidade"


Foi um tempo que eu vivi.
Tinha flores e jardim.

Passarinho esvoaçava pelas ruas da cidade ate encontrar seu ninho, ate encontrar um  beco. Fui mirar o horizonte e vi que tudo estava ali.
Dia louco no palácio um cigarro eu pedi. 
Andando de petroleiro no mar eu cai, virei peixe tubarão, guião de cardume, refletido e reflexão.

Se me agarras por aqui por aqui por aqui vou te engolir.

MODERNIDADE

domingo, 24 de agosto de 2014

“Des -personificação com intencionalidade imaginativa”


Parafrasear, abstratamente, aliterativamente ou personificando.
O tal ponto de apoio, o – eu... -  A construção discordante.
A intencionalidade coletiva, o ordenamento desordenado e ordinário.
Criação de uma linha de pensamento baseado em fatores viscerais...
Como construir uma coletividade?
Na vivência real pontos concretos se transformam em pontos de referência. 

A beleza da multiculturalidade conceitual, que se torna real a medida que é expressada. 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

" O poeta moderno "


Tornou-se, virou peixe de arrastão
Virou observador no sentido figurativo
Virou observação
O seu dom se expande na cidade, no que ele se agrega.
Já não é mais movimento
Virou competição.
O verdadeiro poeta é o espelho de amores e ambição.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

'' O belo de S.Paulo"


Passaredos já vivi
Muitos maiores que os daí
Criei em batalhão
Sua
musa é francesa

- Como você sabe?
O seu pai já te conhece. Descendente de escravo
Seus caminhos vou abrir
Maneiras de ir.

domingo, 3 de agosto de 2014

" Um Caminhão "


Ela estuda oque eu vivo
Ele vive vive com ela
Eu trabalho com que sinto
É um caminhão que tem espaço para outro caminhão
Um caminhão não tem espaço para um trem com vagões
É um caminhão que não respeita toda constituição.

terça-feira, 29 de julho de 2014

“O amor que sinto por você vem do coração “


Pulsa em todas as coisas, em todas as inspirações.
É inerente ao tempo e tem preceitos, já viemos carregados dele.
Alias, somos feitos dele, cada um a sua forma, cada um à sua janela intemporal.
Cada qual na sua conjugação de espírito , de estado.
Fomentado e relembrado a cada instante é coisa de não se entender, não se prever.
Vem chegando devagar, desde sempre e para sempre e pelo que sei não tem encaixe possível.
É qualquer coisa, é qualquer aliteração, substituição , preenche e dá luz a vida.
É malemolente e existencial, mas não se importa de ser figurativo.
É aprendizado.

Pois, é amor.   

segunda-feira, 28 de julho de 2014

"Dinheiro"

Advindo do trabalho,
braçal, intelectual , extraordinário , vocal...
Dê credito, desacredito.
Gerido, imaginário
realça ,
descalça,
antes do depois

domingo, 27 de julho de 2014

“ O sol vai acordar de madrugada”


O sol acordou de madrugada, trouxe consigo raios que não deixam enxergar.
Trouxe consigo a luz do que é à noite e havia um espaço nítido entre o sol e as luas, guardadas a sete chaves por serem reflexo do sol.
Tantos queriam dar as luas, negras, ao sol.
Existem sois pelo mundo, e luas pela cidade, que nunca se encontram.
Só se o sol acordar de madrugada e a lua descer favela, e transpor a barreira entre ser pai escudeiro e lua, que nem lua parece,

apenas o reflexo dos meus sois.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

“Dias de café com chocolate”


Não tem problema, não!
O doce da vida se faz na cama
As memórias ficam  para ocupar o nada e o presente como centelha
A que se seguir uma linha. Mas pra onde você quer me levar?
Pra onde você sempre sonhou ou para onde vou ter bem estar?
De repente fica tudo no lugar, fica tudo exposto e como cicatriz
Não dói, olha, está lá. Olha de novo, está lá! Fazendo da gente um povo marcado por algo que tem que existir
A distância sempre será o que fazemos dela, e tantas vidas correm em suas mãos

Atrás de algo que se faz existir por tudo que foi feito até aqui


terça-feira, 22 de julho de 2014

"Levezinho"


Passa o passado num segundo na cabeça
Se, pressupõe a diferença. Pressupõe o que se completa
Receio, distorção, ou apenas delicado
Os presentes  e o vigor, a aliteração aliterativa
Quando a leveza, a tal de que me falavas, é suficiente para nos fazer voar.
Não me conte oque eu não quero saber, ou até mesmo quando ainda mexes nas minhas coisas,  sinalizandomente que:



Até algum dia.

" Cantigueira"


Sou criado por novelas
Por novelos
Pela mais prazerosa descarga física
Os mais empolgados em contrariar 
Subtraio da minha vida a embriagada lucidez e vejo nas palavras coisas nunca vistas antes.